
[Arik Brauer: Baumseele (alma de árvore)]
vagueia o Eco
das formas antigas e distantes
para pousar sobre o Sopro
a languidez dos dias
*_*
que urde o arco do destino
que sofre a consciência da sua cegueira
mas que, ainda assim, caminha
sempre certo de ir ao encontro da incerteza
*_*
inquieta e distante do porvir?
da fronte da pedra mansa?
como quem antecipa a sede
e rogo às estrelas o fulgir eterno
oh, tu, Esperança
que temes em desfraldar as tuas velas
se conheces o caminho da tua Ítaca
se as estrelas te conduzem ao porto da Eternidade
















